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segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Conto de fadas para mulheres do século 21

Era uma vez uma linda moça que perguntou a um lindo rapaz:
- Você quer casar comigo?

Ele respondeu: NÃO!

E a moça viveu feliz para sempre, foi viajar, fez compras, conheceu muitos outros rapazes, visitou muitos lugares, foi morar na praia, comprou outro carro, mobiliou sua casa, sempre estava sorrindo e de bom humor, nunca lhe faltava nada, bebia cerveja com as amigas sempre que estava com vontade e ninguém mandava nela.

O rapaz ficou barrigudo, careca, o pinto caiu, a bunda murchou, ficou sozinho e pobre, pois não se constrói nada sem uma MULHER.
FIM!!!

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Só pra dizer que...

...A TPM foi embora levando a Rejane bruxa e devolvendo a Rejane "normal" de volta!


quarta-feira, 24 de junho de 2009

Transtorno "Tripolar"



Pois é, transtorno bipolar ficou pequeno para caracterizar o que estou sentindo.


Segundo pesquisas...

Vai embora logo TPM maldita!

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Não quero mais brincar disso!

E essa TPM que não passa... Meu Deus!

Sobre celulite

Bom, como todas nos mulheres sabemos, tem um momento das nossas vidas onde acabam aparecendo aquele inferno chamado celulite que se aloja geralmente nas nossa lindas bundas e coxas (Pelo menos são esses os locais preferidos dessa praga!).

Descobrindo da pior forma possível que esse inferno não perdoa ninguém, resolvi procurar algum creme que ajudassem a amenizar pelo menos um pouquinho os tão temidos "furinho".

Comei a usar o Bye Bye Celulite da Nivea e sinceramente ainda não sei se ele resolve o problemas da celulite propriamente dita, mas descobri que ele tem um cheirinho bem gostoso e deixa a pele incrivelmente (sim, eu disse INCRIVELMENTE!) macia e lisinha logo na primeira semana de uso.

Não resolvi o meu problema da celulite ainda, não ganhei nenhum cache pela propagando, mas FicaDica de um creme anti-celulite com preço acessível e que deixa a pele boa pra caramba!

Depois de algum tempo volto pra falar se pra maldita da celulite deu algum resultado, ok?!

Vamos esperar com fé!

segunda-feira, 9 de março de 2009

**_O sabor dos homens_**

Atualmente temos mulher melancia, mulher jaca, mulher moranguinho e tantos outros adjetivos desagradáveis a nossa classe... Diante dessa nova moda, segue abaixo algumas definições que poderiam representar as "iguarias" masculinas. =o)

HOMEM Camarão: Só tem merda na cabeça, mas é gostoso e você come assim mesmo.

HOMEM Caranguejo: É feio e peludo, mas você bate nele, limpa direitinho e come.

HOMEM Pão: Tem sempre o mesmo gosto, mas você come todo dia.

HOMEM Aperitivo: Acompanhado de uma bebida você come e ainda acha bom.

HOMEM Maracujá: É todo enrugado, você come e depois sente vontade de dormir...

HOMEM Lagosta: Só come quem tem dinheiro.

HOMEM Caviar: Você sabe que alguém está comendo, mas não é ninguém que você conheça.

HOMEM Bacalhau: Você só come uma vez por ano.

HOMEM Maionese de Fim de Festa: Todo mundo te avisa pra não comer, mas você come porque está desesperada; arrepende-se e depois passa mal.

HOMEM Rã: Todo mundo já comeu, menos você.

HOMEM Salada: É bonito, mas quando você come descobre que não é tão gostoso assim.

HOMEM Marmita: Não é lá essas coisas, mas você come rapidinho.

HOMEM Cafezinho de Supermercado: Você nem faz questão, mas como é de graça, você come.

HOMEM Jiló: É horrível, mas você conhece alguém que come.

HOMEM Docinho de Festa: Você fica com vergonha de chegar junto, então vem outra, come e deixa você chupando dedo.

HOMEM Cogumelo Venenoso : Comeu, ta fudida!

HOMEM Feijoada: Você come e ele fica te enchendo o dia todinho.

HOMEM Coqueiro: Pode trepar que não tem galho.

HOMEM Miojo: Em um minuto ta pronto pra comer.

HOMEM Coca 2 litros: Dá pra seis !!!!!

HOMEM pé de chuchu: Você é obrigado a comer senão a vizinha vai lá e come.

HOMEM BIS: Você come, repete e nem se lembra das calorias!!!!!

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

A primeira depilação a gente nunca esquece!

Foi assim que decidi, por livre e espontânea pressão de amigas, me render à depilação na virilha. Falaram que eu ia me sentir dez quilos mais leve. Mas acho que pentelho não pesa tanto assim. Disseram que meu namorado ia amar, que eu nunca mais ia querer outra coisa. Eu imaginava que ia doer, porque elas ao menos me avisaram que isso aconteceria. Mas não esperava que por trás disso, e bota por trás nisso, havia toda uma indústria pornô-ginecológica-estética.


- Oi, queria marcar depilação com a Penélope.

- Vai depilar o quê?

- Virilha.

- Normal ou cavada?

Parei aí. Eu lá sabia o que seria uma virilha cavada. Mas já que era prafazer, quis fazer direito.

- Cavada mesmo.

- Amanhã, às... deixa eu ver...13h?

- Ok.

Marcado.Chegou o dia em que perderia dez quilos. Almocei coisas leves, porque sabia lá o que me esperava, coloquei roupas bonitas, assim, pra ficar chique. Escolhi uma calcinha apresentável. E lá fui.

Assim que cheguei, Penélope estava esperando. Moça alta, mulata, bonitona. Oba, vou ficar que nem ela, legal. Pediu que eu a seguisse até o local onde o ritual seria realizado. Saímos da sala de espera e logo entrei num longo corredor. De um lado aparede e do outro, várias cortinas brancas. Por trás delas ouvia gemidos, gritos, conversas. Uma mistura de "Calígula" com "O Albergue". Já senti um friona barriga ali mesmo, sem desabotoar nem um botão.

Eis que chegamos ao nosso cantinho: uma maca, cercada de cortinas.

- Querida, pode deitar.Tirei a calça e, timidamente, fiquei lá estirada de calcinha na maca. Mas a Penélope mal olhou pra mim. Virou de costas e ficou de frente pra uma mesinha. Ali estavam os aparelhos de tortura. Vi coisas estranhas. Uma panela, uma máquina de cortar cabelo, uma pinça. Meu Deus, era "O Albergue" mesmo. De repente ela vem com um barbante na mão. Fingi que era natural e sabia o que ela faria com aquilo, mas fiquei surpresa quando ela passou acordinha pelas laterais da calcinha e a amarrou bem forte.

- Quer bem cavada?

- ...é... é, isso.

Penélope então deixou a calcinha tampando apenas uma fina faixa da Abigail, nome carinhoso de meu órgão, esqueci de apresentar antes.

- Os pêlos estão altos demais. Vou cortar um pouco senão vai doer mais ainda.

- Ah, sim, claro.

Claro nada, não entendia porra nenhuma do que ela fazia. Mas confiei.
De repente, ela volta da mesinha de tortura com uma espátula melada de um líquido viscoso e quente (via pela fumaça).

- Pode abrir as pernas.

- Assim?- Não, querida. Que nem borboleta, sabe? Dobra os joelhos e depois joga cada perna pra um lado.

- Arreganhada, né?

Ela riu. Que situação. E então, Pê passou a primeira camada de cera quente em minha virilha virgem. Gostoso, quentinho, agradável. Até a hora de puxar. Foi rápido e fatal. Achei que toda a pele de meu corpo tivesse saído, que apenas minha ossada havia sobrado na maca. Não tive coragem de olhar. Achei que havia sangue jorrando até o teto. Até procurei minha bolsa com os olhos, já cogitando a possibilidade de ligar para o Samu.Tudo isso buscando me concentrar em minha expressão, para fingir que era tudo supernatural.
Penélope perguntou se estava tudo bem quando me notou roxa. Eu havia esquecido de respirar. Tinha medo de que doesse mais.

- Tudo ótimo. E você?

Ela riu de novo como quem pensa "que garota estranha". Mas deve ter aprendido a ser simpática para manter clientes. O processo medieval continuou. A cada puxada eu tinha vontade de espancar Penélope. Lembrava de minhas amigas recomendando a depilação e imaginava que era tudo uma grande sacanagem, só pra me fazer sofrer. Todas recomendam a todos porque se cansam de sofrer sozinhas.

- Quer que tire dos lábios?

- Não, eu quero só virilha, bigode não.

- Não, querida, os lábios dela aqui ó.

Não, não, pára tudo. Depilar os tais grandes lábios ? Putz, que idéia. Mas topei. Quem está na maca tem que se fuder mesmo.

- Ah, arranca aí. Faz isso valer a pena, por favor.

Não bastasse minha condição, a depiladora do lado invade o cafofinho dePenélope e dá uma conferida na Abigail.

- Olha, tá ficando linda essa depilação.

- Menina, mas tá cheio de encravado aqui. Olha de perto.Se tivesse sobrado algum pentelhinho, ele teria balançado com a respiraçãodas duas. Estavam bem perto dali. Cerrei os olhos e pedi que fosse um pesadelo. "Me leva daqui, Deus, me teletransporta". Só voltei à terra quando entre uns blábláblás ouvi a palavra pinça.

- Vou dar uma pinçada aqui porque ficaram um pelinhos, tá?

- Pode pinçar, tá tudo dormente mesmo, tô sentindo nada.

Estava enganada. Senti cada picadinha daquela pinça filha da mãe arrancar cabelinhos resistentes da pele já dolorida. E quis matá-la. Mas mal sabia que o motivo para isso ainda estava por vir.

- Vamos ficar de lado agora?

- Hein?

- Deitar de lado pra fazer a parte cavada.

Pior não podia ficar. Obedeci à Penélope. Deitei de ladinho e fiquei esperando novas ordens.

- Segura sua bunda aqui?

- Hein?

- Essa banda aqui de cima, puxa ela pra afastar da outra banda.

Tive vontade de chorar. Eu não podia ver o que Pê via. Mas ela estava de cara para ele, o olho que nada vê. Quantos haviam visto, à luz do dia,aquela cena? Nem minha ginecologista. Quis chorar, gritar, peidar na caradela, como se pudesse envenená-la. Fiquei pensando nela acordando à noite com um pesadelo. O marido perguntaria:

- Tudo bem, Pê?

- Sim... sonhei de novo com o cú de uma cliente.

Mas de repente fui novamente trazida para a realidade. Senti o aconchego falso da cera quente besuntando meu tuin peaks. Não sabia se ficava com mais medo da puxada ou com vergonha da situação. Sei que ela deve ver mil cús por dia. Aliás, isso até alivia minha situação. Por que ela lembraria justamentedo meu entre tantos?

E aí me veio o pensamento:

- Peraí, mas tem cabelo lá?

Fui impedida de desfiar o questionamento. Pê puxou a cera. Achei que a bunda tivesse ido toda embora. Num puxão só, Pê arrancou qualquer coisa que tivesse ali. Com certeza não havia nem uma preguinha pra contar a história mais. Mordia o travesseiro e grunhia ao mesmo tempo. Sons guturais, xingamentos, preces, tudo junto.

- Vira agora do outro lado.

Porra.. por que não arrancou tudo de uma vez? Virei e segurei novamente a bandinha. E então, piora. A broaca da salinha do lado novamente abre acortina.

- Penélope, empresta um chumaço de algodão?

Apenas uma lágrima solitária escorreu de meus olhos. Era dor demais,vergonha demais. Aquilo não fazia sentido. Estava me depilando pra quem? Ninguém ia ver o tobinha tão de perto daquele jeito. Só mesmo Penélope. E agora a vizinha inconveniente.

- Terminamos. Pode virar que vou passar maquininha.

- Máquina de quê?!

- Pra deixar ela com o pêlo baixinho, que nem campo de futebol.

- Dói?

- Dói nada.

- Tá, passa essa merda...

- Baixa a calcinha, por favor.

Foram dois segundos de choque extremo. Baixe a calcinha, como alguém fala isso sem antes pegar no peitinho? Mas o choque foi substituído por uma total redenção. Ela viu tudo, da perereca ao cu. O que seria baixar a calcinha? E essa parte não doeu mesmo, foi até bem agradável.

- Prontinha. Posso passar um talco?

- Pode, vai lá, deixa a bicha grisalha.

- Tá linda! Pode namorar muito agora.

Namorar...namorar... eu estava com sede de vingança. Admito que o resultado é bonito, lisinho, sedoso. Mas doía e incomodava demais. Queria matar minhas amigas. Queria virar feminista, morrer peluda, protestar contra isso. Queria fazer passeatas, criar uma lei antidepilação cavada.




(Recebi esse texto por e-mail e achei MUITO BOM!! rs...)

domingo, 14 de setembro de 2008

Esta tudo estranho!

Pensamentos conflitantes

Oscilaçoes de humor

Chateação sem motivo aparente


Irritação

Paixão

Odio

Choro

Saudade e não se sabe nem de que...



PASSA LOGO TPM MALDITA!